quinta-feira, 27 de agosto de 2009

síndrome de lyell

PS: a minha mãe não permitiu que se me fossem tirada fotos do meu corpo, por isso tive de usar fotografias de pessoas que sofreram do mesmo sindrome do que eu.





Quando eu era apenas um bebé de 14 meses, apanhei uma doença pouco conhecida chamada o
SÍNDROME DE LYELL
também chamado
O SÍNDROME DO ESFOLADO VIVO.

Sei que estas fotos que coloquei podem ser chocantes, mas só assim podem perceber até que ponto esta doença deixa marcas para o resto das nossas vidas e sequelas.





Há dias ao conversar com meu amigo
Eduardo
e a sua querida e doce esposa Carmo, disseram-me que eu deveria colocar isto neste blog.


Talvez os meus problemas de saúde que encontro hoje sejam sequelas escondidas desta doença.

No meu caso as bolhas rebentaram nos olhos, na boca dentro e fora, dentro do esófago, no interior dos pulmões, na zona dorsal e em toda volta da vagina. (desculpem a franqueza, mas afinal isto é blog sobre medicina e não há tabus.)

Comecei a comer normalmente apenas aos 6 anos de idade. até lá era tudo em puré muito líquida porque o meu esófago rejeitava os alimentos. ainda tenho sequelas na pele, tais como erupções de equizema,
Mas um milagre aconteceu. Não ceguei!

todos os médicos diziam que haviam detectado uma infecção por stafilococos e streptococos (vírus de nível 5)




Afinal decontas, na altura ainda devia ter a tal cereja em cima do bolo.

:D
(um dia destes coloco aki o relatório dos médicos
e completo este comentario)




as últimas novidades do dia....


Ontem passei 26 horas no hospital de Viana. Detectaram-me 2 miomas intramurais. São tumores benignos certo, mas que requerem um tratamento urgente.

Pode haver miemectomias e não afectar o útero no entanto a histerectomia é com certeza o procedimento com maior sucesso, por isso raramente as miemectomias e outros tratamentos como a embolizaçao dos miomas são realizados

A histerectomia é mais fácil do que uma miomectomia. Sim, isto pode parecer um contra senso, mas é a mais pura verdade. A histerectomia é, na maioria das vezes, uma procedimento repetitivo e com pouquíssimas variações anatômicas. Isto torna a histerectomia um procedimento relativamente simples e previsível, demandando uma curva de aprendizado menor do que da miomectomia. A histerectomia se resume em desconectar o útero dos ligamentos que o prendem à pelve, ligar (ocluir) e seccionar (cortar) os vasos sanguíneos que nutrem o útero e, por fim, retirar o útero. Com isso, invariavelmente, a retirada de um útero raramente ocorre em mais de uma hora e meia. Já a miomectomia, diferentemente da histerectomia, é um procedimento singular, variando de paciente para paciente. Nunca uma miomectomia é igual a outra. Vários factores irão influenciar a abordagem conservadora do útero. Localização e número de miomas são os principais. Esses dois factores combinados fazem com que tenhamos uma infinidade de variações.

***

perguntei ao meu medico porquê que ele preferia a retirada do útero?
a resposta pareceu-me convincente.
A preservação do útero é impossível. Em caso de engravidar, o bebé morreria porque as paredes do útero não iriam aguentar o aumento do orgão e rasgariam de certeza absoluta.
Isto seria pra mim um caso muito mais grave de resolver.
***
e eu que ja tinha escolhido o nome da minha pekenita:
MARIDETE GREISHEN PÓRCIA
não é nome mais piroso a face da terra????
lllolll

***

e pronto.


estas são as novidades do dia!!!